E agora, o que eu vou fazer?
sexta-feira, 22 de agosto de 2008
Listen to your heart! ♥
Ele apontará os caminhos a serem percorridos, te guiará, será sua sombra, teu caminho, teu momento de confiança e reflexão. A parte positiva e a negativa, é ele quem te dirá. Jamais será classificado como fracasso um conselho seguido por ele. Nunca nada feito ou dito será em vão. É complexo querer entende-lo, basta senti-lo. Ele carrega o mais nobre dos sentimentos humanos, o amor que se manifesta de maneiras surpreendentes.
quinta-feira, 31 de julho de 2008
Confissão desnecessária.
31/07/2008
Não, eu não podia deixar passar esse dia. Ele foi para mim feliz e triste ao mesmo tempo, se é que posso defini-lo assim. Serviu tanto pra me fazer rir, quanto para eu chorar, loucamente. O porque nem ao menos eu sei. Nesta altura, só consigo chegar a conclusão de que um conflito gera outro, fato.
Olha eu comecei o dia bem feliz, feliz mesmo. Sabe aquelas pessoas insubstituíveis que você observa e diz: pãtz, daqui a um ano nada será como agora, e simplismente você pára o que estava fazendo ( a lição de história, no caso ) para dar atenção pras pessoas que o tempo cuidará de levar. E esse bom-humor durava o dia todo. Podia até me classificar como uma pessoa contagiante, pois até o meu signo do zodíaco, hoje, dizia isso.
Porém isso acabou. Foi de repente e só. Foi como dizer algo idiota numa hora desnecessária, e realmente foi isso. Pronto, o mundo desabou. Foi tudo bem exagerado. E eu chorei, como há tempos não o fazia.
quarta-feira, 23 de julho de 2008
Auto-ajuda.

Eu treinei décadas, imaginei mil temas e busquei inspiração pra postar um bom texto aqui. Porém, isso não aconteceu por duas maneiras: a primeira é que a inspiração nem sempre está disponível quando a gente quer, e a segunda é por que eu decidi escrever o que eu ando pensando; e isso pode não chegar a ser uma coisa boa.
A vida é realmente uma caixa de inúmeras surpresas: agradáveis, dissimuladas, invejadas e até esperadas. E pra que a pressa de adivinhá-las, se elas estão apenas começando.
Sinceramente, eu ando me surpreendendo muito, fato. Ao observar as pessoas a minha volta, eu me surpreendo mais ainda. Como elas não sabem medir as palavras? De onde tiraram esse dom de machucar as pessoas, às vezes sem nem conhecê-las? Por que se arrependem tão tarde, se é que isso pode ser chamado de arrependimento? E quanto as outras, de onde vem tanta essencialidade, tanto cuidado!?
De um ano pra cá, aconteceram várias coisas que me afetaram muito, me fazendo crescer e amadurecer. Eu conheci pessoas, que jamais imaginaria que encontraria, aqui mesmo, em minha cidade. Eu consolei amigos brigados, dicuti e me irritei. Chorei também, quando foi preciso e quando não tive outra escolha. Perdoei amizades que não mereciam, simplismente por não querer perdê-las. Magoei algumas pessoas, disse verdades e saí perdendo algumas vezes. Eu perdi sim, mas ganhei muito também. Recuperei amizades que imaginei que tivessem sido levadas pelo tempo e hoje se mostram firmes e inigualáveis. Conheci gente nova, dei valor a quem merecia, e passei a enxergar certas coisas como elas realmente são. Não, não sinto falta de algumas amizades, afinal, o tempo cuida de nos trazer as pessoas certas e seus tão simples abraços como blusas no frio, que fazem com que a gente desaprenda o que é solidão.

Penso que não vou conseguir, e nem quero recuperar nada. Penso que não tenho que relembrar essas situações que agora pertencem ao passado. Penso ainda que algumas surpresas estão por acontecer. Mas é isso: o correto no momento é sentar e esperar. Quem está certo ou errado, não sou eu quem vai julgar.
E nessa crise de sentimentalismo bobo, vale a pena misturar situações, em que a opinião pode ser vista dos dois lados. Sim, eu me irrito fácil com algumas coisas e atitudes alheias, mas não o suficiente para procurá-las e soltar tudo o que somente elas não enxergam.
Dias sim, dias não, estaremos ali eu e a felicidade, de preferência não em dias como este.
segunda-feira, 12 de maio de 2008
A essencialidade acabou.
Entre lembranças e lágrimas, eu me deparo com cenas da nossa amizade. Elas são tão freqüentes em minha memória, e parecem ter se tornado tão raras de uns tempos pra cá. Talvez falte uma boa conversa, talvez falte somente coragem. Enfim, o que aconteceu para que a situação mudasse, eu não sei. A amizade é algo que nos completa tanto, e de repente ver-se sem algumas pessoas especiais, nos faz parar e pensar no que foi feito, no que foi dito.
E repensando, podemos perceber a enorme capacidade de afeição do ser humano: logo, sempre temos quem nos complete, quem nos abrace, quem nos dê amor. Por mais que isso não seja demonstrado o tempo todo, por mais que algumas pessoas não substituam outras- pois cada um exibe o seu jeito insubstituível de ser- por mais que não dê tempo de se ouvir um " eu te amo" quando a encontro, sei que ela estará ali, pra tudo. E se por ventura, um dia, tiver eu que chorar novamente, que seja por quem realmente vale à pena, por quem se mostrou feliz com o meu sorriso, por quem sente verdadeiramente a minha falta, por quem demonstra ser sensato e tem a capacidade, quase rara nos dias de hoje, de saber que a vida não é feita só de risos: por trás de tudo, existem sentimentos, impossíveis de serem explicados.
Detectar tais pessoas pode ser algo demorado, quase invisível. Elas estão presentes em nosso dia-a-dia, e perdem-se na rotina dos nossos dias, absurdamente iguais. E o que as torna diferentes, é simplesmente o fato de pensar nos amigos, sempre. Essas são, indiscutivelmente, as nossas mais importantes e essenciais amizades, sem as quais não podemos viver sem!
Li, eu te amo,tá? ♥
E repensando, podemos perceber a enorme capacidade de afeição do ser humano: logo, sempre temos quem nos complete, quem nos abrace, quem nos dê amor. Por mais que isso não seja demonstrado o tempo todo, por mais que algumas pessoas não substituam outras- pois cada um exibe o seu jeito insubstituível de ser- por mais que não dê tempo de se ouvir um " eu te amo" quando a encontro, sei que ela estará ali, pra tudo. E se por ventura, um dia, tiver eu que chorar novamente, que seja por quem realmente vale à pena, por quem se mostrou feliz com o meu sorriso, por quem sente verdadeiramente a minha falta, por quem demonstra ser sensato e tem a capacidade, quase rara nos dias de hoje, de saber que a vida não é feita só de risos: por trás de tudo, existem sentimentos, impossíveis de serem explicados.
Detectar tais pessoas pode ser algo demorado, quase invisível. Elas estão presentes em nosso dia-a-dia, e perdem-se na rotina dos nossos dias, absurdamente iguais. E o que as torna diferentes, é simplesmente o fato de pensar nos amigos, sempre. Essas são, indiscutivelmente, as nossas mais importantes e essenciais amizades, sem as quais não podemos viver sem!
Li, eu te amo,tá? ♥
quarta-feira, 7 de maio de 2008
Só mais uma tarde?

A tarde era ensolarada, porém bastante fria. Meu pijama e agasalho, que juntos não formavam uma combinação agradável aos olhos deles, arrancaram-lhes diversos risos passageiros. Os contínuos ainda estavam por vir! Quem eram eles? Talvez possa simplificá-los como parte de mim, ou mesmo como a melhor família do mundoooo!
E não foi fácil contê-los: o dia era de despedida e alegria, aquela, que dura até a hora em que elas vão embora. Por isso, o motivo de tanta alegria até que a hora chegue, é sempre o mesmo: a eternidade do momento- dá até vontade de congelar aquela cena (tudo bem que o frio já me congelava aquele instante, assim, literalmente dizendo)! Mas nem o frio e muito menos o local escolhido nos desanimava: estávamos juntos, e bastava.
Contudo, concluo que, as besteiras se superam a cada mês que nós ficamos longe! Dessa vez a idéia de construir uma casa no terreno ao lado, dos detalhes da construção até a forma de conseguir dinheiro (cada vez mais dinheiro!), fez com que esse dia se tornasse um pouco mais especial e inesquecível.
E tantos detalhes, fizeram com que a gente se distraísse e se perdesse no tempo, que ignorássemos as horas que ali só confirmavam o que a gente sempre soube: a gente se ama, e não é de hoje, e esse laço tão forte não irá acabar!
E não foi fácil contê-los: o dia era de despedida e alegria, aquela, que dura até a hora em que elas vão embora. Por isso, o motivo de tanta alegria até que a hora chegue, é sempre o mesmo: a eternidade do momento- dá até vontade de congelar aquela cena (tudo bem que o frio já me congelava aquele instante, assim, literalmente dizendo)! Mas nem o frio e muito menos o local escolhido nos desanimava: estávamos juntos, e bastava.
Contudo, concluo que, as besteiras se superam a cada mês que nós ficamos longe! Dessa vez a idéia de construir uma casa no terreno ao lado, dos detalhes da construção até a forma de conseguir dinheiro (cada vez mais dinheiro!), fez com que esse dia se tornasse um pouco mais especial e inesquecível.
E tantos detalhes, fizeram com que a gente se distraísse e se perdesse no tempo, que ignorássemos as horas que ali só confirmavam o que a gente sempre soube: a gente se ama, e não é de hoje, e esse laço tão forte não irá acabar!
quinta-feira, 10 de abril de 2008
Same Mistake.

Eu realmente não queria que você me olhasse hoje. Na verdade, eu não precisava. Porém, isso era o que o meu coração mais desejava. E em poucos centésimos , apenas isso e um sorriso já foram suficientes para acabar comigo de vez. Minhas pernas tremiam como nunca e eu estava longe de saber o que pensar! E novamente eu havia conseguido pensar mil coisas inimagináveis, me perder em meus propósitos e torturar um sentimento tão esquecido. Enfim, algo concreto a se chorar. Afinal, a felicidade é para os fracos. Os fortes choram assumidamente e aprendem a conviver com o sofrimento, tornando-os naturais e releváveis.
As discordâncias e contradições deste dia jamais serão entendidas. Nada que um coração cheio de amor e ódio banal não explique a si só. E eu, só espero ter tempo de compreendê-lo antes de cometer o mesmo erro.
terça-feira, 1 de abril de 2008
Sobra tanta falta! ♥
É tão difícil admitir, á nós mesmos, o quanto é revoltante a idéia de se depender de alguém. Em tudo. Desde a hora que nascemos, precisamos nos tornar parte da vida de alguém. E quando a vida passa um pouco, você já entende o sentido, o porquê daquela pessoa estar ali. Eles não foram escolhidos por mim, nem mesmo eu por eles, porém, são a mim de uma essencialidade imensa! Mesmo sangue, sobrenome? Isso não faz com que eu descreva exclusivamente o laço familiar. Afinal, a vida se encarrega de apresentar-nos os amigos.
Tão ou igualmente essenciais, essas pessoas de bairro e filiação desconhecida, optam pela nossa companhia, geralmente quando se inicia a vida escolar. E que vida é essa, que parece nunca acabar? Seria a oportunidade para a convivência com novas pessoas e novos conhecimentos - ou a oportunidade que nossos pais encontram de se ver livres de nós, então pivetes? ( é eu sempre achei que fosse isso)! Mas o fato é que durante ela todinha, nos submetemos às diversas sensações que ela nos proporciona. Ódio, amor, paixões, obrigações, novas, velhas e incansáveis amizades! E a dependência se torna gritante com o passar dos anos! Precisamos uns dos outros, e isso é indiscutível! Até porque, eu não pretendo ter que plantar meu próprio alimento um dia! Dependo sim, e você?
Claro que sim. Também é humano, que eu sei! E sendo isso, com certeza, você também sente a pior das dependências: a inexplicável!
-”Dependência: conexão entre dois ou mais objetos que faz com que uns não possam existir sem os outros.”
Como e por que não existir sem outras pessoas? Afinal, elas são outras pessoas e você é você! Você é seu corpo, sua cabeça, sua alma, você é indiscutivelmente único!
Único, porém dependente! Nós podemos aprender a conviver com a saudade, contudo, nunca esqueceremos alguém que nos tornou feliz por um dia, ou um minuto, que seja! São especiais e inesquecíveis do mesmo jeito!
E já não em importa de onde vem esse sentimento. Eu não sei mais como lidar com ele. O que resta é entregar-me!
Entregar-me à saudade, à dependência, ao tempo! O tempo sim, é o grande culpado de tudo! Ele nos dá de presente rugas e uma bela falha na memória. Algo que só os momentos de intensa e sofrida saudade conseguem resgatar!
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